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Reblog this!O amor no início é inexplicável, as coisas parecem que precisam acontecer daquela forma para tudo se encaixar. E não adianta não querer. O destino dá um jeito de acontecer. É pra ser!
Três anos, três meses e três dias JUNTOS. E coloco “JUNTOS” em caixa alta mesmo, porque desde o primeiro dia, estamos JUNTOS de verdade. E nunca houve dúvidas. Ele estava no meu caminho, e eu? Eu estava no dele há muitas outras vidas atrás. Nos conhecemos em situações completamente desfavoráveis ao amor. Se naquele dia me contassem que teríamos uma história juntos, eu cairia na gargalhada. Éramos diferentes. Somos diferentes. Mas algo nos une. E une com tanta força e persistência… Que é difícil explicar.
No primeiro ano de namoro, é perfeitamente possível dizer que só brigamos uma vez. Estranho? Não sei. Mas foi perfeito! Hoje, com mais de três anos, todas as brigas que tivemos compensaram o primeiro ano sem. Poderíamos ter evitado? CLARO, sempre podemos evitar. Porém, se não tivéssemos brigado todas as vezes, não teríamos a certeza que temos hoje, de amor inabalável. Amor esse que já suportou muito. Amor esse, que ainda há de suportar mais.
Basta ser amor.
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MUDA que quando agente muda o MUNDO muda com agente
Gabriel o Pensador
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É aquela velha história. Amor, pra mim, só dura em liberdade. Nasci pra ser livre e – quem quiser – que me aceite assim. Tenho um coração que quase me engole, uma força que nunca me deixa e uma rebeldia que às vezes me cega. Sou guerreira. Sou druida. Sou filha da lua. Quero sempre o voo mais alto, a vista mais bonita, o beijo mais doce. Tenho um jeito de viver selvagem, mas sou mansa com quem merecer. Não gosto de café morno, de conversa mole, nem de noite sem estrela. Sou bem mais feliz que triste, mas às vezes fico distante. E me perco em mim como se não houvesse começo nem fim nessa coisa de pensar e achar explicação pra vida. Explicação mesmo, eu sei: não há. E me agarro no meu sentir porque, no fundo, só meu coração sabe. E esse mesmo coração que me guia e não quer grades nem cobranças, às vezes me deixa sem rumo, com uma interrogação bem no meio da frase: O que eu quero mesmo?
Por isso, eu te peço (de um jeito meio sem-vergonha, que é assim que eu costumo ser): se eu gostar de você, tenha a gentileza de não me deixar tão solta. Não me pergunte aonde vou, mas me peça pra voltar. Sou fácil de ler, mas não tente descobrir por que o mesmo refrão insiste em tocar tanto. Se eu gostar de você, tenha a delicadeza de também gostar de mim. E me deixe ser, assim, exatamente como eu sou. Meio gato, meio gente. Desconfiada. E independente. E adoradora de todos os luxos e lixos do mundo. Quer me prender? Nem tente. Quer me adorar? A escolha é sua, meu amigo, vá em frente!
Fernanda Mello